Um Blog feito para quem gosta de Violão e Guitarra, com dicas e aulas de Raphael Maia, que é Professor de Música, Cantor e Compositor profissional. Vale a pena conhecer esse Blog! Acesse também o site http://www.artmaia.com

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

TÉCNICAS BÁSICAS DE VIOLÃO E GUITARRA

Aqui vai uma rápida explicação das técnicas mais comuns usadas ao se tocar guitarra e violão : bends, vibrato, hammer ons e pull-offs. Essas técnicas permitem variar o som de uma nota de várias maneiras.
Bends (dobrar a corda)
Dobrar uma nota te permite mudar o tom dela. Para qualquer nota "casada" dada, você pode aumentar o tom suavemente subindo para 3 ou 4 semitons (meio passo). O tipo de cordas e de guitarra afetará quão facilmente você poderá fazer esses dobrões largos, mas na maioria dos violões / guitarras ( acústicos ou elétricos) você estará apto a fazer um semitom duplo facilmente.
Um bend é realizado empurrando a corda em volta do pescoço depois de tocá-la. Vamos dizer que você queira tocar uma nota na 5a casa da corda E de cima, e então dobrá-la. Case a nota na 5a casa normalmente, toque a nota com a sua mão direita, então comece a empurrar a corda com seu dedo que está na casa por volta do pescoço até a corda E se mover em direção a corda B. (normalmente seu dedo das casas empurra direto para baixo do pescoço para casar a nota) - Agora, bem como pressionar para baixo, você precisa empurrar por volta do pescoço para dobrar a corda.
Quando você dobrar a nota, e a corda E estiver empurrada em direção á corda B, continue tocando a corda e você ouvirá o tom da nota crescer. Agora continue tocando enquanto você solta o bend, e deixe a corda E voltar calmamente para a sua posição normal. Agora você ouvirá o tom da nota cair.
Uma outra técnica relacionada ao bend é onde você dobra a nota sem tocá-la. Apenas quando a nota estiver dobrada o bastante você toca a nota e solta o bend. Desse modo, você ouvirá o tom da nota cair logo após ter começado.
Isso é basicamente tudo o que há para dobrar e soltar notas. Com alguma prática, você aprenderá quanto precisa dobrar a corda para aumentar o tom da nota em 1, 2 ou 3 semitons. Julgar o tanto que você precisa dobrar a nota para aumentar o tom dela leva tempo, mas realmente faz a diferença entre um bend bom ou ruim, então aqui vai algo para você praticar. Tente os exercícios abaixo:

Exercícios
A idéia aqui é praticar dobrando a nota na 5a casa até que o tom final da nota dobrada se ligar com o tom de uma nota casada na 7a casa. Em outras palavras, você deve dobrar a nota em exatamente 2 semitons (meio passo).
Toque o exemplo da tablatura abaixo - Você deve alternar, tocando as notas casadas na 5a e então dobre 2 semitons. Tente pegar o tom da nota dobrada a ser o mesmo tom da nota na 7a casa. Toque as notas devagar:

b = bend, r = release bend (soltar o bend)

E ---5---7---5b7---5---7---5b7-------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

 
Agora, tente algo diferente. Ao invés de tocar a nota na 5a casa e a dobrar, dobre agora a nota sem tocá-la, e quando você tiver dobrado-a o tanto que você achar que está certo, toque a nota e solte o bend. Quando você tocar a nota pré-dobrada, ela deverá ter o mesmo tom que a nota na 7a casa.
Porque você não ouve o tom da nota quando você a dobra, esse é um exercício difícil, mas é mais prático.

E ---5---7---7r5---5---7---7r5---------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

 

Vibrato (vibrar a corda)
Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai em um ciclo contínuo (por exemplo a voz de cantores de ópera). Para notas que estão sustentas você pode obter alguma expressão extra nela a vibrando. No violão, o efeito é alcançado ao se fazer uma série de bends e releases (dobrar e soltar a corda/ nota).
Vamos dizer que você esteja tocando uma nota na 5a casa da corda E de cima. Toque a nota e a dobre do modo normal (para cima). Agora a solte e deixe a corda voltar para a posição normal, agora dobre-a de novo, depois a solte de novo. Você precisa fazer uma série de DOBRAR-SOLTAR-DOBRAR-SOLTAR suavemente e razoavelmente rápido. O efeito que você deve obter é um tom de variação contínua.
É claro, a profundidade do vibrato (quanto a nota varia do seu valor normal) e a precisão do vibrato (a rapidez de mudança dos tons) podem variar ao dobrá-la cada vez mais, ou tocar o ciclo DOBRAR-SOLTAR mais rápido. Como um guia incompleto:
Profundidade do vibrato: dobre a nota em uma quantidade pequena (menos de um semitom) Precisão: tente fazer alguns ciclos (3-5) de DOBRAR-SOLTAR por segundo.

Hammer-ons
Essa técnica o permite tocar 2 ou mais notas, para cada nota que você acertar com a mão direita. Comece casando a nota na 5a casa da corda E de cima usando seu dedo indicador da mão esquerda. Toque a nota com a mão direita, então mova seu dedo anular da mão esquerda para a 7a casa em uma ação "batida". A idéia é mover para baixo o dedo sustenidamente no pescoço para que a nota na 7a casa seja ouvida. Então, você toca a nota mais uma vez, mas ouça as notas na 5a e 7a casa. O som é diferente do produzido pelas 2 notas - O hammer on dá uma rápida transição entre as 2 notas e as juntam.
Você pode tocar de uma só vez mais de 1 hammer on. Tente tocar uma nota na 5a casa, na corda E de cima, batendo o seu dedo do meio na 6a casa e depois batendo o seu dedo anelar na 7a casa. Você estará apto a ouvir todas as 3 notas claramente, mesmo quando somente a 1a nota foi tocada.
A técnica básica de hammer on é perfeitamente fácil, porém leva algum tempo para desenvolver uma boa coordenação entre a mão direita e a mão esquerda que são usadas para efeitos mais rápidos de hammer ons.

Pull-offs
Esse é quase o oposto de hammer ons. Comece com seu dedo indicador na 5a casa da corda E de cima, e seu dedo anelar na 7a casa da mesma corda. Toque a corda para ouvir a nota na 7a casa, então tire o seu dedo anelar da corda. Mantenha um pouco de pressão para baixo no braço com esse dedo, então quando você soltar a corda ela faz uma performance de um tipo de toque dela mesma, e você ouve a nota na 5a casa. Como hammer ons, você ouve 2 ou mais notas para cada uma que é tocada.

Exercícios
Uma vez que você usou as técnicas básicas de hammer ons e pull-offs, você estará apto a juntar uma seqüência inteira de hammer ons e pull-offs. Então o que você precisa é tocar a corda apenas uma vez com a mão direita - Todas as outras notas são sustentadas por ações de hammer ons e pull-offs. Tente o exemplo abaixo, que usa um hammer on na 7a casa, seguido de um pull-off para a 5a casa, daí outro hammer on para a 7a casa e assim por diante:

h = hammer on, p = pull-off

E ---5h7p5h7p5h7p5h7p5h7p5-----
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

Tente manter um mesmo ritmo e "altura de som" para todas as notas. Com prática, você estará apto a manter esse tipo de seqüência por um período quase indefinido.

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA


O curso de Violão e Guitarra nível básico ARTMAIA, é dedicado aos iniciantes e todos aqueles que desejam aprender a tocar, e não possuem nenhum conhecimento musical. O curso básico está dividido em 7 módulos de estudos teóricos e práticos acompanhados de 8 Cds didáticos. Ao final de cada módulo o aluno deverá fazer um teste teórico para que seja avaliado o seu aproveitamento e, ao final do nível básico, no sétimo módulo, deverá fazer uma avaliação geral que será corrigida pelo professor e que dará direito ao Certificado de Conclusão, sendo para isso necessário que o aluno atinja uma nota satisfatória. O curso completo de Violão e Guitarra ARTMAIA é formado por três estágios de aprendizagem: Básico (7 módulos), Intermediário(2 módulos) e Avançado(1 módulo), todos acompanhados de Cds de apoio.
CONHECENDO O CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA BÁSICO
Este curso é prático e teórico, dividido em 7 módulos de estudos com lições atraentes contendo um profundo e ensinamento destes dois instrumentos musicais. São aulas com informações importantes, ritmos, exercícios de técnica, dicas, curiosidades e músicas para você desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados, exemplos com fotos, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a tocar á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre Violão ou Guitarra em sua vida. O Curso de Violão e Guitarra Básico ARTMAIA, conta ainda com o apoio de 8 Cds didáticos, onde o professor reforça com explicações detalhadas todo o conteúdo dos módulos, dando ao aluno a mesma base teórica e prática que ele teria se tivesse um ótimo professor particular, e isso, por uma mensalidade muito mais acessível, pois normalmente as Escolas de Música convencionais costumam cobrar preços elevados. Neste curso o aluno conta com o exclusivo Professor On-line, que está sempre a disposição para esclarecer qualquer dúvida, em qualquer dia da semana. Se você não sabe tocar Violão ou Guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, através de um curso feito na medida certa para você, venha estudar conosco! Faça agora a sua Matrícula On-line e entre definitivamente para o maravilhoso mundo da música!
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

FINGER PICKING ( DEDILHADO ) - PARTE 1

Finger picking é a técnica de tocar a Guitarra onde os dedos são usados em vez de se usar uma palheta.Esta lição mostrará alguns tipos de finger picking (dedilhado). Quando ler música que usa a técnica, você verá o termo "PIMA" ou as iniciais P, I, M ou A . PIMA representa o dedo polegar e os outros 3 primeiros dedos da mão direta. O termo PIMA é usado para indicar qual dedo deve-se usar para tocar a nota.
Essas letras são abreviações do Espanhol e representam:
Pulgar = Polegar
Indice = Indicador
Medio = Médio
Anular = Anular
Pronto? Então vamos começar o nosso primeiro exercício. Use sua mão esquerda para formar o acorde de E no braço da Guitarra. Toque as notas usando sua mão direita e os dedos indicados. Toque de baixo para cima usando a ponta do dedo (Toque de cima para baixo quando for usar o Polegar). Você pode usar a ponta do dedo para tocar ou a unha. O que for melhor para você.
-----P--A--M--I--P--A---M-I----P
E ------0--------------0-----------------
B ----------0--------------0-------------
G -------------1--------------1----------
D --2--------------2---------------2----
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
No próximo exercício usaremos o mesmo acorde, mais iremos usar os dedos descendentemente. Comece tocando devagar e vá aumentando a velocidade aos poucos.
----P----I----M--A--P-I--M--A
E ----------------0-------------0--------
B -----------0-------------0-------------
G -------1-------------1-----------------
D --2--------------2---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
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publicado por cursodeguitarraonline às 18:38
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A ESCALA NATURAL


A escala natural é a base usada para a formação de qualquer acorde, por isso devemos entende-la e saber usa-la. A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (Cifra de dó). Assim temos C - D E - F G – A - B C (lê-se dó ré mi fá sol lá si dó) que é a escala natural de C. Vejamos porque:
I___II ___III___IV___V___VI___VII___VIII --> graus
C__D____E ___F____G___A ____B_____C --> notas
__1___1___1/2 ___1____1____1_____1/2 --> intervalos
Assim temos o C, como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido). Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido. Com isto temos que a fórmula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
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A ESCALA DE RÉ NATURAL


Vejamos a escala de D:

I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO

Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.
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ESCALAS PENTATÔNICAS MAIS COMUNS


John Novello, em seu livro The Contemporary Keyboardist, explica que as pentatônicas mais comuns são (em graus):
- Pentatônica maior
T 2 3 5 6
ex: C D E G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta.
A C D E G
- Pentatônica menor
T 2 3m 5 6
ex: C D Eb G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta
A C D Eb G
Quando combinadas, formam uma outra escala muito comumente usada:
Escala Blues
C D Eb E G A
Seu modo menor:
A C D Eb E G
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

AFINANDO A GUITARRA - AFINAÇÃO STANDART

Para afinar sua guitarra, você somente precisa ter uma das cordas afinadas, desde que você saiba qual é. Esta corda é conhecida como ponto de referência. Uma vez que se tenha uma corda afinada, afinar o resto é fácil. Existe várias maneiras de se encontrar o ponto de referência. Você pode seguir os seguintes métodos para afinar uma corda, ou todas as cordas.

Piano/Teclado: O teclado é uma excelente maneira de afinar a sua guitarra. Apenas afine as cordas, batendo com o som do teclado nas respectivas teclas.
Afinador Eletrônico: Permite que se afine a guitarra medindo a frequência da cada. Maneira muito fácil de afinar a Guitarra.
Diapasão de Apito: O afinador tem 6 apitos,um para cada corda da guitarra. Apenas afine a corda com o respectivo som do apito.
Diapasão de Garfo: Quando o afinador é percutido, ele emite a nota A na frequência de 440 hz. Simplesmente afine a nota na casa 5 com o diapazão.

Siga as instruções abaixo para afinar a sua guitarra, tendo a corda já afinada em E.

Passo1: Coloque o seu dedo na casa 5 da sexta corda e afine a quinta corda até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 2: Coloque o seu dedo na casa 5 da quinta corda e afine a corda 4 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 3: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 4 e afine a corda 3 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 4: Coloque o seu dedo na casa 4 da corda 4 e afine a terceira corda até os sons baterem. Passo 5: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 2 e afine a primeira, até os sons baterem. Ficará assim: .

E ----------------------------------------0------------ 1
B -----------------------------0-------5--------------- 2
G ------------------0-------4-------------------------- 3
D -------0------5-------------------------------------- 4
A-----0------5----------------------------------------- 5
E------5------------------------------------------- --- 6

Então,sua guitarra estará afinada. Se você entendeu isso, você poderá afinar a sua guitarra a partir de qualquer ponto de referência. É sempre bom afinar a guitarra antes de começar a tocar. Ela fica desafinada muito fácil. Agora que você sabe como afinar a guitarra, poderemos estudar algumas afinações alternativas.
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

GUITARRA - PROBLEMAS E SOLUCÕES


BRAÇOS EMPENADOS E TENSORES
Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. (Traumatico não??)

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço. Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.
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Sábado, 2 de Agosto de 2008

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