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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

A ESCALA DE RÉ NATURAL


Vejamos a escala de D:

I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

FORMAÇÃO DE ACORDES

Como já mencionado nas lições anteriores, intervalo é a distância que separa duas notas musicais.
Os intervalos recebem denominações diversas, como abaixo especificado:
Nome
Distâncias
Exemplo:
Segunda menor

1/2 tom (1 traste)
C para Db
Segunda maior
1 tom (2 trastes)
C para D
Terça menor
1 1/2 tons (3 trastes)
C para Eb
Terça maior
2 tons (4 trastes)
C para E
Quarta perfeita (ou justa)
2 1/2 tons (5 trastes)
C para F
Quarta aumentada ou Quinta diminuta
3 tons (6 trastes)
C para F#
Quinta perfeita (ou justa)
3 1/2 tons (7 trastes)
C para G
Quinta aumentada ou Sexta menor
4 tons (8 trastes) C para G#
Sexta maior ou Sétima diminuta
4 1/2 tons (9 trastes)
C para A
Sétima menor
5 tons (10 trastes)
C para Bb
Sétima maior
5 1/2 tons (11 trastes)
C para B
Oitava
6 tons (12 trastes)
C para C
Usaremos também as seguintes abreviaturas:
M = maior
m = menor
J = justa (perfeita)
+ ou Aum = aumentada
o = diminuta
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO

Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.
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AS PRIMEIRAS GUITARRAS ELÉTRICAS

Nos anos 20 as guitarras eram comuns nas orquestras de jazz e dança. Devido a seu volume relativamente baixo, eram em geral usadas para dar a base rítmica. Na tentativa de mudar isso, um engenheiro da Gibson, Lloyd Loar, começou a testar captadores eletrônicos. Foi, entretanto, outra empresa norte-americana, a Rickenbacker, que em 1931 construiu o primeiro instrumento eletrônico de cordas comercialmente disponível - a pedals steel portátil "Frigideiira". Um ano depois a empresa introduziu a primeira guitarra elétrica à venda no mercado, a Electro Spanish. Esta era um modelo bárico arch top condicionado com um captador magnético em ferradura. Mas foi a Gibson ES-150, lançada comercialmente alguns anos depois, que atraiu a atenção do guitarrista de jazz Charlie Christian, que levou a guitarra elétrica a ser vista como proposta musical séria.
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ESCALAS PENTATÔNICAS

As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.
Pentatônica de Dó:
dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (menor)
dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)
dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)
Pentatônica de Ré:
ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)
ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)
ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)
Pentatônica de Mi:
mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)
mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)
mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)
Pentatônica de Fá:
fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)
fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)
fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)
Pentatônica de Sol:
sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)
sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)
sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)
Pentatônica de Lá:
lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)
lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)
lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)
Pentatônica de Si:
si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)
si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)
Pentatônica de Fá#:
fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)
fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)
Pentatônica de dó#:
dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)
dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)
Pentatônica de Ré#:
ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)
ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)
Pentatônica de Sol#:
sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)
sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)
Pentatônica de Lá#:
lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)
lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)
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ESCALAS PENTATÔNICAS MAIS COMUNS


John Novello, em seu livro The Contemporary Keyboardist, explica que as pentatônicas mais comuns são (em graus):
- Pentatônica maior
T 2 3 5 6
ex: C D E G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta.
A C D E G
- Pentatônica menor
T 2 3m 5 6
ex: C D Eb G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta
A C D Eb G
Quando combinadas, formam uma outra escala muito comumente usada:
Escala Blues
C D Eb E G A
Seu modo menor:
A C D Eb E G
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

INTERVALOS

Intervalo é à distância entre duas notas. Os Intervalos equivalem aos números dos graus das notas da escala diatônica. Os graus são representados em algarismos romanos tendo cada nota de acordo com a sua ordem na escala a partir da tônica um grau equivalente, portanto o número do grau está vinculado ao nome da nota.
Vamos exemplificar na escala de C:
Notas da Escala Diatônica /Graus/ Intervalos

C I T (tônica)
D II 2M (segunda maior)
E III 3M (terça maior)
F IV 4j (quarta justa)
G V 5j (quinta justa)
A VI 6M (sexta maior)
B VII 7M (sétima maior)
C VIII 8j (oitava justa)
D II (oitavado) 9M (nona maior)
E III (oitavado) 10M (décima maior)
F IV (oitavado) 11j (décima primeira justa)
G V (oitavado) 12j (décima segunda justa)
A VI (oitavado) 13M (décima terceira maior)

Os intervalos pode ser simples ou compostos:
Intervalos Simples são aqueles que estão contidos até a oitava.
(T, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8)
Intervalos Compostos são aqueles maiores que oitavas.
(9, 10, 11, 12, 13)

O intervalo será melódico quando os sons aparecerem em sucessão um ao outro, ou harmônico, caso sejam executados no mesmo instante.
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TROCANDO AS CORDAS


Não adianta você escolher uma boa corda, se você não sabe como trocá-la. Aproveitando esse capítulo sobre encordoamento vamos dar os toques principais no momento da troca das cordas. Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado. Por isso você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento. Aí você pode estra imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante temperamental e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo. Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada. Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento . Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre SEMPRE D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer pode não valer mais nada. Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima. Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo pro seu bolso. Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.

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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

GUITARRA - AFINAÇÕES ALTERNATIVAS

Talvez você tenha ouvido sobre guitarristas que afinam a guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo. Eles têm alguns motivos para fazer isso. Principalmente pelo som, mas, também devido ao cantores que não querem se esforçar mais que o necessário tentando cantar mais alto que as guitarras.Afinando sua guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo é facil desde que você saiba como afinar a sua guitarra de ouvido. Se você quer a sua guitarra afinada 1/2 tom abaixo, as cordas soltas soarão conforme o diagrama abaixo::
Eb ----------------------------------
Bb ----------------------------------
Gb ----------------------------------
Db ----------- ----------------------
Ab ----------------------------------
Eb ----------------------------------

Todas as cordas foram abaixadas pelo bemol (Bemolizadas). Apenas afine a sua guitarra no modo padrão e então afine a corda E na casa 6 até que ela fique igual a corda 5 (A), então siga os passos listados no início desta lição. Uma maneira fácil de encontrar seu ponto de referência para isso é esta: Descubra o que você quer que a corda solta seja. Se você está afinando um tom inteiro abaixo, então a corda E deverá ser afinada como D. Se a corda E já está afinada como D, então conte as casas até encontrar o A.

DII-----E--F------G------A------B--C------D------E--F-

Neste caso ele será encontrado na casa 7. Afine a casa 7 batendo com a corda 5 solta. A corda E deverá estar afinada como D solto. Agora siga afinando as outras cordas usando esta como referência. .. Abaixo estão outras afinações alternativas que você pode experimentar. Veja se você consegue afinar a aguitarra sem usar um afinador eletrônico. Assim que você conhecer a escala da guitarra, você perceberá que afinar é fácil. A melhor maneira de se treinar o ouvido é experimentando tocar com diferentes afinações.

E,B,G,D,A,E (standard) .

D,B,G,B,G,D

D,A,Fs,D,A,D

D,A,G,D,A,D

D,C,G,D,G,B

D,B,G,D,A,E

E,Cs,A,Cs,A,E

D,B,G,D,B,G

E,C,G,C,G,C
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AFINANDO A GUITARRA - AFINAÇÃO STANDART

Para afinar sua guitarra, você somente precisa ter uma das cordas afinadas, desde que você saiba qual é. Esta corda é conhecida como ponto de referência. Uma vez que se tenha uma corda afinada, afinar o resto é fácil. Existe várias maneiras de se encontrar o ponto de referência. Você pode seguir os seguintes métodos para afinar uma corda, ou todas as cordas.

Piano/Teclado: O teclado é uma excelente maneira de afinar a sua guitarra. Apenas afine as cordas, batendo com o som do teclado nas respectivas teclas.
Afinador Eletrônico: Permite que se afine a guitarra medindo a frequência da cada. Maneira muito fácil de afinar a Guitarra.
Diapasão de Apito: O afinador tem 6 apitos,um para cada corda da guitarra. Apenas afine a corda com o respectivo som do apito.
Diapasão de Garfo: Quando o afinador é percutido, ele emite a nota A na frequência de 440 hz. Simplesmente afine a nota na casa 5 com o diapazão.

Siga as instruções abaixo para afinar a sua guitarra, tendo a corda já afinada em E.

Passo1: Coloque o seu dedo na casa 5 da sexta corda e afine a quinta corda até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 2: Coloque o seu dedo na casa 5 da quinta corda e afine a corda 4 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 3: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 4 e afine a corda 3 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 4: Coloque o seu dedo na casa 4 da corda 4 e afine a terceira corda até os sons baterem. Passo 5: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 2 e afine a primeira, até os sons baterem. Ficará assim: .

E ----------------------------------------0------------ 1
B -----------------------------0-------5--------------- 2
G ------------------0-------4-------------------------- 3
D -------0------5-------------------------------------- 4
A-----0------5----------------------------------------- 5
E------5------------------------------------------- --- 6

Então,sua guitarra estará afinada. Se você entendeu isso, você poderá afinar a sua guitarra a partir de qualquer ponto de referência. É sempre bom afinar a guitarra antes de começar a tocar. Ela fica desafinada muito fácil. Agora que você sabe como afinar a guitarra, poderemos estudar algumas afinações alternativas.
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